Vigília constante

Naqueles momentos de dores, te agarra as coisas simples da vida. Olhe para o céu e perceba que lá voam pássaros livres que apenas deixam suas vidas fluírem através de suas existências, curtas, mas relevante aos preceitos que a natureza tem a lhes oferecer. Perceba a vida que levam os animais nas florestas: buscam sua caça, voltam, bebem água do rio, voltam, cuidam dos seus filhotes, voltam, sem sofrer, sem nada forçar. Numa situação como essa diríamos que a ignorância é uma benção, e, muitas vezes o é. Digo que “não saber” é o fruto de uma consciência totalmente ativa e consciente de si mesma e em profunda evolução. O “Não saber” é fruto do nascimento, do arraste do corpo na terra… Ser livre é ser como os pássaros, ser livre é ser como os animais selvagens. No entanto, suas liberdades sao ceifadas pelo homem, “inteligente” o suficiente para encurrala-los no meio da floresta e até mesmo no céu onde voam. Assim somos nós. As vezes, ignorantes, sem querer perceber o que está a nossa volta, nos achamos livres, libertos, no entanto, seres “mais inteligentes” que nós e cheios de más intenções nos arrastam para suas trincheiras, assim como o “homem racional” faz com os animais. Duro julgo que vivemos. Evoluamos! Sejamos verdadeiramente livres, pois, sem inteligência espiritual, seremos como os animais despreocupados que vez ou outra cairão nós revés das armadilhas dos predadores invisíveis.

Mensagem de “Eshua” Canalizada por Diego Gierolett

Imagem aproximada do que seria a visão de “Eshua” segundo o médiun.

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