Você não é obrigado a estar bem o tempo todo

Alguns dias, você apenas precisa esquecer a “cura”.
Você precisa parar de tentar se sentir melhor, tentar superar suas feridas emocionais ou tentar estar em qualquer outro lugar que não seja onde você está.
Você tem que aceitar o dia como está.

E você tem que se dar a permissão mais sagrada de todas:

Para despedaçar. Quebrar. Estar em uma desordem.
Inclinar-se em um lugar de total humildade e impotência em si mesmo.
Para clamar aos céus, “eu não posso fazer isso!”
Admitir derrota total na derrota da vida que você imaginou.

Desmoronar no chão, sozinho, sem esperança e profundamente destruído.
Até mesmo querer morrer.

E lá, nos lugares mais sombrios, na escuridão do submundo, você começa a redescobrir … a vida.
E aprender a amar os inícios.
Uma reinicialização sagrada:

Um único suspiro. A maneira como o Sol aquece o seu rosto.
O som de um pequeno pássaro cantando ali na árvore.
A simplicidade crua de um único momento da existência humana.

O inferno foi transmutado, através do amor e paciência.
Você descobriu a totalidade em seu quebrantamento.
Você desistiu de sua ideia de “cura” e descobriu algo infinitamente mais curativo:

Seu eu autêntico.
Belo e verdadeiro, e completamente restaurado.

Autor Jeff Foster

Tradução para o português Vilma Capuano

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