Os deveres dos médiuns – Ramatís

O médium já identificado com os seus deveres mediúnicos jamais se considera com os mesmos direitos à vida folgazona do cidadão comum, que vive preocupadíssimo em nutrir-se, vestir, dormir, procriar e fugir espavoridamente da morte física. O serviço mediúnico, útil e amoroso, exige a abdicação de todos os vícios, paixões e frivolidades do mundo provisório de César, porque o seu objetivo é transmitir os valores do mundo do Cristo. Raramente o médium logra atender com êxito e ao mesmo tempo a ambos esses mundos de natureza tão oposta, pois o mundo do Cristo é sem os atavios da personalidade humana, requerendo a simplicidade, a renúncia, a decência, a honestidade, o pensamento casto e os sentimentos altruístas, que constituem o temperamento espiritual da alma superior. O mundo de César, no entanto, é laboratório de experimentações humanas, onde as criaturas se digladiam na insana luta de acumular tesouros, glorificar-se politicamente e usufruir de todos os prazeres e paixões que lhe satisfaçam a sede de gozo carnal.

Ramatís In Mediunismo.

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