Diário do despertar 4 – Aprendendo a lidar com a própria mediunidade

Assim que eu me dei conta de que eu era médium, decidi por minha própria vontade restabelecer a conexão com os meus mentores e parar de esperar que eles me contatassem, embora eles já tivessem feito contatos anteriores e, eu, ignorado.

No início desejava buscar um local para exercer a mediunidade e fiquei bastante desamparada vendo o despreparo de alguns lugares para receber jovens médiuns. Em alguns havia uma grande burocracia e crenças que limitavam, em outros julgavam que já possuíam trabalhadores o suficiente ou apenas pouco espaço disponível. ( O médium iniciante — Sou médium, e agora? https://searaluzdavida.com/2019/12/04/o-medium-iniciante-sou-medium-e-agora/)

Se não fosse por uma amiga, eu teria desistido das minhas próprias canalizações. As primeiras mensagens que canalizei eu enviei pra ela pedindo para que verificasse a mensagem, porque todo aquele processo era novo para mim e ela já possuía maior conhecimento devido aos seus estudos espíritas.

A cada nova experiência e contato eu ia conversando com ela e aceitando que aquele meu processo era real e que estava tudo bem.

Com o tempo fui obtendo as primeiras confirmações de informações que eu recebia previamente dos mentores. Certa vez, meus mentores me avisaram que um aluno meu havia dormido na rua e que precisaria de ajuda pelo mau momento que estava passando. Depois de mais ou menos três dias esse aluno me procurou para conversar e relatou algumas coisas, confirmando minha fonte de informação.

A conexão entre as dimensões existe, mas vivemos grande parte da vida ignorando.

O ser humano muitas vezes em seu egoísmo, vaidade e orgulho acredita que é soberano sobre todas as coisas e desconsidera que há um reino elemental, angélico e outros que mantém o que nós temos e vemos nesse mundo.

Uma vez fiquei impressionada ao “ver” um ser de pedra perto de um morro “jogando” pedras para cima do monte. Quando eu perguntei o que ele estava fazendo, ele me respondeu que estava fazendo a manutenção do morro para conservá-lo. A partir daquele dia eu compreendi os pequenos milagres que são realizados por muitos desses trabalhadores invisíveis que servem como as próprias mãos de Deus(a). (Se desejam ter uma ideia de como era esse ser de pedra assistam a animação https://www.youtube.com/watch?v=iUlnV-F30zI&list=WL&index=66&t=0s, provavelmente feita por alguém que já viu esse ser conhecido como Golem de Pedra)

Algo tão lógico assim ainda é incapaz de ser dito a todos os ouvidos. Talvez nem eu mesma acreditasse se não tivesse visto e falado com a criatura. Mas, esse é o tipo de coisa que não se diz em nenhuma hipótese na rua, no trabalho ou na reunião de amigos.

Esse é o tipo de experiência que eu havia guardado e relatado para apenas duas pessoas, é uma experiência solitária que se você contar para alguém correrá o risco de ser chamado de “esquizofrênico”.

E nem no meio dito “espiritualista” certas informações seriam bem recebidas, talvez dissessem que seres diferentes de humanos desencarnados não tem relação com nosso estudo ou disso não queremos saber.

Eu sigo sem medo e minha saúde mental vai muito bem, obrigada! Continuo vivendo uma vida “normal”!

Continua…

Texto escrito por Melissa

Diário do despertar 1 – O mundo físico https://searaluzdavida.com/?p=712

Diário do despertar 2 – Por que eu não me encaixo? https://searaluzdavida.com/?p=716

Diário do despertar 3 – Abrindo os olhos para as verdades https://searaluzdavida.com/?p=720

2 comentários

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s