Diário do despertar 1 – O mundo físico

O despertar para as realidades espirituais e tantas outras coisas que isso envolve é um processo muito pessoal e quase solitário.

Eu conto com o auxílio de poucas pessoas encarnadas as quais eu posso relatar, sem problema algum, todos os processos pelos quais eu passo, são elas: minha terapeuta e uma amiga.

Ainda há incompreensão quanto a esse processo mesmo nos meios ditos espiritualistas. É difícil entender que as pessoas passam por coisas diferentes.

A escolha do despertar tem a ver com conhecer a si mesmo.

Começando por pedir para o mundo parar, porque você quer descer e ter um tempo para si mesmo, desacelerar. Isso inclui meditar, meditar e meditar…

Não estou dizendo que você deve mudar-se para um mosteiro, mas deve ter equilíbrio nas suas atividades diárias.

No início de tudo, os mentores logo me recomendaram que eu meditasse de quinze a vinte minutos por dia “para minha própria conexão” como eles mesmos disseram.

A chave de todo o processo está dentro de nós e quando alguém diz que “ninguém virá de fora para nos salvar” é sobre isso que falam, autoconhecimento.

Mentor, guia, anjo, arcanjo, Jesus, Buda e ser iluminado nenhum quer que você fique o idolatrando. O que eles desejam é mostrar o caminho e servir por amor.

Você pode e deve pedir auxílio a eles e ter gratidão, mas também precisa fazer a sua parte que é a de conhecer a si mesmo.

O processo de despertar

O processo de despertar significa entender como o “jogo” funciona: você trabalha, estuda, tem família e paga boletos.

Aí, você começa a perceber o ciclo da vida e como as coisas funcionam aqui na terceira dimensão, mas com um porém, você cansou de “seguir fielmente” as regras do jogo.

Isso não significa abandonar tudo e sair por aí com sua a sua van fazendo turismo pela América. Ser desperto não é isso, mas faça isso se estiver de acordo com tuas crenças e valores.

Voltando… Você pode e deve continuar jogando o jogo, aquela velha história “dê a Cesár o que é de César (pague impostos e faça seus deveres) e dê a Deus o que é de Deus”. Entretanto, seja equilibrado, não faça as coisas apenas porque todo mundo está fazendo. Tenha propósitos dignos.

Ok, mas então não precisa mudar nada?

Não é isso que eu quis dizer, apenas mude o que não serve mais para o seu propósito de vida atual. Continue no seu emprego se ele tiver a ver com você ou mude se o teu eu interior estiver pedindo.

A grande sacada é você viver a sua verdade e descobrir aquilo que te faz bem, feliz e parar de querer agradar aos outros e à sociedade. É um verdadeiro perigo viver tentando se encaixar nessa sociedade.

Somos seres tão diferentes e com histórias tão diferentes, temos múltiplas formas de expressão e ao mesmo tempo somos todos iguais, somos todos irmãos, somos todos UM.

Quando a gente começa a aceitar nossa maneira de ser também começamos a aceitar o outro e compreender que existem formas diferentes de expressão, assim como existem múltiplas realidades.

Quando você deixa de se importar com o próprio umbigo e mundinho, digo, deixa de ser tão egoísta, e começa a perceber a sua comunidade, percebe também que existem outras realidades.

Aí, tem outro ponto, não adianta você querer “contatar guias, anjos, extraterrestres” se você não vive sua realidade na terra em comunhão com os propósitos divinos. A cada dia você deve procurar seguir os propósitos divinos e suas verdades nos seus atos diários.

Continua na próxima semana…

Texto de Micaela, por ela mesma.

3 comentários

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s