#1 Relato mediúnico – Um espírito chama pelo meu nome

Não gosto de dar grande visibilidade a fenômenos porque o importante não são os fenômenos e as aparições, mas sim as mensagens transmitidas.

Entretanto, daqui pra frente, estarei compartilhando alguns relatos mediúnicos para aqueles que passam por situações parecidas ou mesmo aqueles que desejam entender um pouco mais sobre a mediunidade e clarividência/clariaudiência na prática.

Posso dizer que desde criança era sensitiva, mas a mediunidade nunca tinha se manifestado de maneira ostensiva. Algumas vezes ouvia meu nome ser chamado e saía correndo para o quarto da minha mãe pensando que era ela quem tinha chamado, mas chegando lá ela me respondia que não havia dito nada.

Esse fato ocorreu em diversas ocasiões da minha vida e em momentos muito espaçados de tempo.

De uns tempo pra cá, devido minha relação sempre estreita com a espiritualidade (mesmo sem frequentar locais) e o auxílio de várias pessoas, eu consegui compreender e estabelecer uma relação mais direta com o outro plano e com isso uma série de coisas têm acontecido.

Uma coisa que descobri na teoria e na prática é que a mediunidade aumenta muito as chances de você ficar doente. Isso acontece quando você baixa a sua vibração e atraí os seres do astral, conforme o relato.

Desde quarta-feira fui acometida pela rinite, nesse dia lembro que me irritei e fiquei chateada por uma série de coisas no trabalho, chateada com pessoas e situações. Passei três dias tentando me recuperar e tive alguma melhora no sábado. Algumas noites acordei de madrugada e me autoapliquei reiki.

Na madrugada do sábado para o domingo despertei por volta das 4h30min para ir ao banheiro e logo após voltei ao meu quarto invocando auxílio e proteção e me autoaplicando reiki para melhorar os sintomas da rinite alérgica.

Após a autoaplicação, voltei a dormir despertando novamente entre 6h e 7h da manhã. Nesse momento, ouço uma voz me chamando pelo meu apelido, parecia ser minha mãe, mas eu sabia que não era, pois estava tudo em silêncio.

Como era domingo, resolvi dormir mais um pouco despertando novamente às 8h. Ao despertar eu lembrei do chamado e logo apareceu em minha tela mental um espírito de olhos arregalados e dentes pequenos e afiados, muito pálido e aflito, parecia que usava uma máscara.

Dizia ele:

— Tenha compaixão de mim, estou vagando há dias e busco auxílio.

Perguntei a ele:

— É isso mesmo que deseja?

Ele afirmou que sim e eu respondi que então fizéssemos uma prece a Deus do céu para que o socorro viesse. Iniciamos a oração do Pai Nosso juntos ao mesmo tempo em que eu (intuitivamente) emitia um sinal para que os socorristas mais próximos pudessem socorrê-lo. Eu mal havia terminado de pensar nisso, os socorristas já estavam o levando.

Ficar doente é normal e nem sempre terá relação com algum espírito, mas o fato de você baixar a sua vibração o torna suscetível a esse tipo de abordagem.

Ajudar é sempre importante, mas não recomendo prestar auxílio em casa em circunstâncias como essa, porque existem lugares sérios que prestam esse tipo de auxílio e o médium não deve abrir seu campo para auxiliar a todos os espíritos, pois ele não tem resistência energética e proteção o suficiente para isso sem estar em um local apropriado e preparado para o serviço.

Esse caso foi uma exceção porque eu não deixaria de prestar auxílio a um irmão que pedisse humildemente. Mas, isso também serviu-me de alerta para orar e vigiar a fim de que eu não baixe a vibração.

Quando a sua vibração está alta não ocorre ressonância com o astral inferior.

Texto de Micaela por ela mesma.

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